Paralisação vem sendo defendida desde o fim do ano passado por alguns professores. Sinte-Pi, contudo, é que decidirá o melhor rumo a seguir. Luta é por 14,95% de forma linear para todos, algo que o governador Rafael Fonteles não garantiu até agora.
Zé Dirceu cita Rafael Fonteles e João Campos como possíveis sucessores de Lula
30/11/2025
Líder petista fala também em Haddad e diz: "Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio".
>> Categoria: política

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Por Redação / Em entrevista ao "Estadão" neste domingo (30), Zé Dirceu (PT) fala, entre outros temas, sobre perspectivas de nomes no pós-Lula em 2030. O líder petista citou Fernando Haddad, Rafael Fonteles (governador do Piauí, também do PT), e João Campos (prefeito de Recife, PSB). O jornal paulista lhe fez a seguinte pergunta:
O principal desafio do PT para os próximos anos é a construção do pós-Lula?
A resposta de Zé Dirceu:
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"A construção do pós-Lula passa pela reconstrução do PT. De 2013 a 2019 nós não podíamos sair às ruas com os símbolos do PT. Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio. No nosso caso, estamos falando de 2030. Fernando Haddad (ministro da Fazenda) é um nome; o Rafael Fonteles, governador do Piauí, está se projetando nacionalmente, o João Campos (prefeito do Recife) amanhã pode ser um candidato. Não tem vazio político."

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Professor Heleno Araújo — presidente da entidade — manda o comandante da CNM ler a lei do piso para entender de onde vêm os recursos para cumprir a atualização salarial de 14,95% para o magistério.
Além do dinheiro carimbado do Fundeb e os percentuais constitucionais que estados, DF e municípios têm de cumprir, Art. 4º da Lei do Piso assegura recursos da União para quem provar que não pode pagar.
Em vez de 14,95%, entidade prega 5,79%, que é o INPC acumulado, isto é, a inflação oficial de 2022. Prática golpista dessa entidade faz com que, todo ano, muitos prefeitos e governadores deixem de cumprir a lei da piso, em prejuízo de centenas de milhares de professores.
Ministro da Educação Camilo Santana ratificou índice de 14,95% já definido em portarias interministeriais. Atualização é retroativa a primeiro de janeiro e obrigatória para magistério da educação básica pública de estados, DF e municípios.
Dentre os gravíssimos e inúmeros problemas apontados pela entidade, a nomeação de inimigos dos profissionais da educação para postos-chave da pasta, e tomada do setor por fundações empresariais.
Percentual para 2023 é 14,95%, embora alguns gestores estejam arredondando para 15%, com efeito retroativo a 1º de janeiro.
"A importância do anúncio é para quebrar a resistência dos prefeitos e governadores. Como nós estamos já na segunda quinzena de janeiro, precisamos ganhar agilidade em termos de anúncio", diz Heleno Araújo, presidente da entidade, em cobrança ao Ministro da Educação Camilo Santana.
Índice para 2023 é 14,95%. Prefeito decidiu arredondar. A decisão foi tomada após negociação com representantes do Sindicato dos Servidores Municipais da cidade.
Doutor em História e especialista em assuntos militares, Manuel Domingos diz que o presidente deve afastar de seu governo e investigar elementos suspeitos de compactuar com o vandalismo, e se impor como Comandante Supremo das Forças Armadas.










