Em muitas localidades, inclusive, o percentual é arredondado para 15% e até 16%.
Receitas do Fundeb e piso do magistério para 2026
Verbas de agosto e setembro revelam que o principal fundo da Educação Básica Pública continua em alta, apesar do tarifaço de Trump, o que contradiz previsões negativas para o reajuste dos professores no próximo ano; ministro Camilo Santana defende inclusive remuneração melhor para a categoria
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Rio de Janeiro (RJ), 15/10/2025 – O ministro da Educação, Camilo Santana durante evento comemorativo do Dia do Professor, no Ginásio Educacional Olímpico (GEO) Isabel Salgado, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil.
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Educação / Piso do Magistério / Receitas do Fundeb continuam em alta em quase todo o país, apesar do tarifaço de Donald Trump contra o Brasil. Isto contradiz previsões negativas para o reajuste dos professores no próximo ano. Dados são do site oficial do Banco do Brasil.
Elevação de até 61% em setembro
Na comparação com mesmo período (setembro) do ano passado, números mostram que houve crescimento de até 61,18% (SP); 21,90% (ES); 26,35% (MT); 25,08% (RN) e 18,86% (MG). Apenas três entes tiveram oscilação negativa. O mesmo fenômeno ocorreu no mês de agosto. Ver tabelas completas mais abaixo.
Reajuste do magistério 2026
Alta nas receitas do Fundeb indicam que o reajuste do magistério no próximo ano deve ficar acima do índice de 2025. As previsões de que a "economia nacional ficaria no chão" após medida de Trump contra o Brasil não se confirmaram. Isto é positivo para a Cesta de Impostos do Fundeb e, consequentemente, para a correção do piso dos professores em 2026.
Ministro defende valorização
Segundo matéria da Agência Brasil (15):
"No Dia Nacional do Professor, nesta quarta-feira (15), o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu a valorização dos docentes do país."
"Professor tem que ser bem remunerado. No nosso país, o professor tem que ser valorizado", afirmou em discurso em cerimônia de comemoração da data, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.
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Mais piso do magistério
Na aplicação linear de 14,95% para todos — como deve ser —, há uma valorização na carreira e o total é maior. No escalonamento, tudo fica achatado.
O percentual de 14,95% deve ser aplicado no salário-base de todos, de forma a repercutir na carreira. Escalonado, nivela por baixo, desestimula a formação e anula as progressões por tempo de serviço. Especialista explica melhor a questão.
A ideia é fazer um dia nacional de mobilização em frente aos tribunais em todo o Brasil, para inibir ações como a que ocorreu em uma cidade de Santa Catarina, onde uma juíza, a pedido do prefeito, suspendeu no município a portaria do MEC que ratificou a correção salarial deste ano.
Na absoluta maioria delas, percentual aplicado foi igual ou superior a 14,95%, correção calculada com base no crescimento do custo aluno dos dois anos anteriores, conforme reza a Lei Federal nº 11.738/08.
Como o próprio Portal Unificado da Justiça Federal da 4ª Região destaca, liminar — que suspende o reajuste de 14,95% — é apenas para um município de Santa Catarina, e deve ser derrubada por órgãos como a CNTE, para desencorajar outros gestores que queiram entrar com a mesma ação.
Luta da categoria é para manter correção tal como está na lei do piso, o que traz ganho real todo ano. CNM e gestores lutam para emplacar atualização apenas pela inflação do ano anterior, que é danoso ao magistério, conforme esclarece tabela apresentada nesta matéria.
Gerônimo Rodrigues (PT) disse que sua equipe estava aguardando a definição do governo federal em relação ao percentual do reajuste e agora está se debruçando sobre os impactos no orçamento estadual.
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Luta da categoria em todo o Brasil é pelo reajuste linear, tal como está na tabela apresentada. No Piauí, o governador Rafael Fonteles disse apenas que ninguém do magistério receberá menos do valor mínimo para este ano, R$ 4.420,55.










