Projeto eleitoreiro do governo Bolsonaro prejudica principalmente os professores e ataca duas cláusulas pétreas da Constituição, além de possui mais de 30 violações constitucionais, segundo Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil.
1º repasse do FPM de novembro já está nas contas das prefeituras
Do montante (quase R$ 12 bi), R$ 2,3 bi vão direto para o Fundeb; na comparação com mesmo período de 2024, total cresceu 9,16%
Categorias:
Dê uma contribuição ao site:
- Pix: apoie@deverdeclasse.org / >> Mais opções
Siga e receba atualizações:
Segundo o site da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a primeira parcela de novembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será creditada nas contas das prefeituras nesta segunda-feira (10). E, novamente, com bom aumento em relação a períodos anteriores, o que contraria o velho e rabugento discurso de prefeitos sobre suposta falta de recursos para pagar, por exemplo, o piso nacional dos professores.
Quase 12 bilhões de reais
O montante é de R$ 11.665.216.847,56. Na comparação com mesmo período de 2024, alta é de 9,16%. Em relação a 2023, crescimento chega a 28,21%. Nada mal para o início do penúltimo mês do ano.
Fundeb
Do total de quase R$ 12 bi, R$ 2.333.043.369,51 vão direto para as contas do Fundeb, para pagar os profissionais da Educação e cobrir outras despesas das escolas.
Mais duas parcelas
Até o final do mês, mais outras duas parcelas do FPM vão cair nas contas das prefeituras.
Dê uma contribuição ao site!
- Pix: apoie@deverdeclasse.org / >> Mais opções
Siga e receba atualizações:
Leia mais
Ex-ministro mostra que Pec 23 é calote sem fim nos docentes e em outros credores da União
Mailson da Nóbrega diz que Hugo Motta, relator da medida, "cometeu a façanha de piorar o que já era ruim, porque além do calote, ele introduziu um novo método de tratamento dos precatórios que é desastroso."
Projeto que prejudica principalmente os professores encontra resistências até entre aliados do governo na Câmara e Senado.
PT, PSOL e PCdoB lutam para que Pec 23/2021 seja retirada de pauta definitivamente.
Votação preliminar mostra que Bolsonaro não tem apoio necessário para aprovar Pec do Calote
Projeto precisa de 308 votos na Câmara e até agora só tem 256, ou seja, 52 a menos do mínimo necessário. No Senado, a situação também não é diferente.





