A tarefa de Lula agora é arregaçar as mangas e explicar o óbvio ao povo!

05/10/2026

A diferença para o candidato fascista é de menos de 2%, algo perfeitamente reversível, sobretudo se a campanha de Lula conseguir mostrar que Flávio Bolsonaro quer piorar a vida dos amplos setores da massa que, como criança que mete o dedo em tomada elétrica, votaram no bandido

PROCURAR

O resultado das eleições para presidente no primeiro turno, ocorrido neste domingo (4), foi desfavorável para Lula (PT) e toda a esquerda brasileira. Fato. No entanto, isso nem de longe é motivo para desespero ou pessimismo por parte de milhões de brasileiros que, na primeira rodada de votação, votaram no petista e disseram não à volta do fascismo e da morte no Brasil.

APOIE O DEVER DE CLASSE!

Sem apoio, página pode ficar off-line. Temos custos!

Chave Pix copiada!

A tarefa de Lula

A diferença para o candidato fascista é de menos de 2%, algo perfeitamente reversível, sobretudo se a campanha de Lula mostrar o óbvio. O que seria esse óbvio? Que Flávio Bolsonaro significa uma piora avassaladora  na vida do povo. 

Parece simplista, mas não é. Ou alguém acredita que milhões de pessoas que recebem benefícios sociais e votaram no bandido querem perder a proteção do governo? Claro que não querem. 

Quando votam em Flávio é porque creem que ele é quem vai manter os benefícios e melhorar a vida do povo. É isso que ocorre. Simples assim.

A tarefa de Lula e de sua assessoria, sobretudo de comunicação, reiteramos portanto, é explicar de forma clara ao povo e classe média baixa que sem Lula o povo vai se foder. 

A massa não entende assim. Por isso, como criança que mete o dedo em tomada elétrica, votou no bandido do clã Bolsonaro. 

Lula tem de ganhar a consciência desse povo iludido, convencer que ele, Lula, é a única saída. É nesse óbvio que está a solução e a vitória nesse segundo turno.

Envie seu artigo ou sugestão de matéria no formulário abaixo.

RECEBA ATUALIZAÇÕES

Publicidade

Leia mais sobre Política & Economia

A ausência do principal candidato, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que optou por participar de um podcast de grande audiência no mesmo horário, expôs de forma contundente a perda de poder de agenda da emissora

Share