Alerta de municípios sugere que piso do magistério seja diminuído com urgência! Leia e compartilhe...

12/01/2019
Criação do gráfico: Dever de Classe
Criação do gráfico: Dever de Classe

Educadores também devem se mobilizar, para garantir que piso nacional não seja rebaixado

Educação | Em alerta no site da Confederação Nacional de Municípios (CNM), gestores municipais sugerem que reajuste do piso do magistério seja diminuído com urgência. Na quarta (9), o MEC anunciou a correção anual, que ficou em 4,17%, conforme o Dever de Classe já havia noticiado. CNM quer um percentual menor de 3,56%, baseado no INPC.

Leia o que diz a entidade, após o anúncio.

"Alerta

A Confederação alertou para o fato de que, mais uma vez, o piso do magistério é reajustado com índice maior do que a inflação do ano anterior, pois, em novembro de 2018, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado nos últimos doze meses foi de 3,56%.

A CNM reafirma a urgência da aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, para adotar o INPC como critério de reajuste [menor] anual do valor do piso nacional do magistério público da educação básica."


Mobilização

Educadores precisam se mobilizar também com urgência ou nem o baixo reajuste de 4,17% autorizado pelo MEC será pago. Como se percebe, gestores já estão bastante articulados para boicotá-lo e diminuí-lo. 

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Montante é 12,32% a mais que o recebido no mesmo período de 2022. Levando-se em conta que o reajuste do magistério deste ano (14,95%) é 18,29% menor que o de 2022 (33,24%), nada justifica dizer que não há dinheiro para a correção salarial deste 2023.
Com o Fundeb, montante sobe para 5,8 bi, isto é, 1,2 bi a mais. Recurso é referente ao 3º decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste mês de janeiro, maior 23,65% em relação ao mês período de 2022. Dados mostram que é possível cumprir reajuste do magistério deste 2023.
Não é pouco dinheiro. Só de salário, em 2022 foram R$ 260.717.886. Em 2023, parlamentares já tiveram 16,37% de aumento neste mês de janeiro e terão mais 6,12% em abril, o que elevará a conta ainda mais. Isto sem falar nas incontáveis outras regalias que têm. Confira tabela.