Entidade elenca uma série argumentos econômicos que comprovam a viabilidade de reajuste acima de 3,62%.
Gestores podem pagar piso do magistério, diz ministro da Educação
"São quase R$ 60 bilhões que o governo federal e o MEC estão colocando nos estados e municípios", destaca Camilo Santana
Ministro da Educação Camilo Santana e presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Piso do Magistério / Após declarar recentemente em evento com grandes empresários que "professor não está muito preocupado com salários", o ministro Camilo Santana volta a se pronunciar sobre o tema. Desta vez para dizer, acertadamente e com outras palavras, que prefeitos e governadores que não pagam o piso é porque são caloteiros.
R$ 60 bilhões
Segundo matéria do UOL (26):
"O ministro cita o aumento nos repasses que o governo federal faz para estados e municípios que não atingem o valor mínimo anual a ser gasto por aluno. A complementação da União no Fundeb subiu de 10% em 2020 para 21% este ano e deve chegar a 23% em 2026. O Fundeb é o principal instrumento de financiamento da educação básica."
"São quase R$ 60 bilhões que o governo federal e o Ministério da Educação estão colocando nos estados e municípios", afirmou o ministro após participação no Fórum Nacional do Ensino Superior, organizado pela Semesp, entidade que representa as mantenedoras de ensino superior."
Siga e receba atualizações
Previsibilidade para o reajuste
"Segundo o ministro, o MEC trabalha em uma proposta que dê mais previsibilidade para o reajuste do piso. Camilo afirma que a nova conta também daria mais garantia de que os professores "realmente vão receber" o salário."
"Uma das mudanças previstas, por exemplo, é que o valor do piso seja anunciado antes da aprovação do orçamento."
Leia as mais recentes novidades sobre o piso do magistério para 2026:
Compartilhe e não esqueça de deixar uma contribuição ao site!
Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Mais piso do magistério
Professores 20h (um turno) recém convocados podem chegar a R$ 4.354,06, melhor remuneração inicial em relação a todos os estados do Brasil.
Embora percentual já esteja anunciado, alteração pode e deve ser feita.
Proposta pode elevar correção para perto de no mínimo 7%.
Alta é de 3,62%, e valor passa de R$ 4.420,55 para R$ 4.580,57.
Resultados devem ser consolidados até o fim deste mês de dezembro.
CNTE diz que pode acionar Supremo para que estados e municípios cumpram reajustes, sobretudo dos anos de 2022 e 2023.
Doe e ajude esta página a se manter no ar.
União deve ratificar lei do piso dos professores na íntegra, em particular artigos 4º e 5º dessa legislação.
Chefão da CNM quer mudar cálculo da correção salarial a partir de uma série de fake news sobre o tema, algo que Camilo Santana parece acreditar.










