Planos de Flávio incluem três reformas contra os trabalhadores públicos e privados

03/08/2026

Com novas reformas previdenciária, trabalhista e administrativa, o candidato da extrema direita quer dificultar ainda mais a aposentadoria, extinguir direitos do mundo do trabalho e liquidar o funcionalismo da União, estados, DF e municípios

Categorias: >> política  >> economia

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Redação Dever de Classe, às 13:51


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Vamos à matéria!

Trabalhador ou trabalhadora que tiver juízo deve passar bem longe da candidatura de Flávio Bolsonaro, sobretudo se for do funcionalismo público. O filho do Jair e representante-mor da extrema direita nesse processo eleitoral de 2026 tem, entre outros planos ruins à maioria do povo, três projetos básicos, inclusive já anunciados por Rogério Marinho (PL-RN), no Valor Econômico, do grupo Globo. Marinho é coordenador de campanha do Zero Um.

1. Nova Reforma da Previdência

  • Objetivo-alvo: dificultar ainda mais o acesso à aposentadoria e a vida de quem já se aposentou, seja no setor público ou privado. Como? a) aumentando idade e tempo de contribuição para quem pensa em se aposentar; b) reduzindo ainda mais o valor do benefício de titulares e pensionistas; c) elevando as alíquotas mensais para todos. Por quê: para forçar o povo a buscar aposentadoria complementar no setor privado.
  • Motivação: favorecer o setor do alto empresariado e os bancos, que poderão ganhar muito dinheiro com o desfecho desse golpe contra a maioria dos brasileiros. Os grandes grupos econômicos é que estão por trás da candidatura de Flávio Bolsonaro.
  • Para relembrar: o atual modelo de Previdência no Brasil é obra de Jair Messias Bolsonaro. Ao assumir o comando do país em 2019, uma das primeiras coisas que fez foi reformar a Previdência. Com isso, aposentado passou a pagar mensalmente também, as alíquotas subiram e as regras gerais — idade e tempo de contribuição — cresceram bastante.

2. Nova Reforma Trabalhista

  • Objetivo-alvo: retirar da antiga CLT os direitos que ainda restam, como descanso semanal remunerado, férias, 13o e, sobretudo, criar mecanismos de redução salarial e de demissão sem qualquer componente indenizatório. Embora identificada mais com o setor privado, qualquer alteração pode refletir também na esfera pública. 
  • Motivação: favorecer o setor do alto empresariado e os bancos, que poderão ganhar muito dinheiro com o desfecho desse golpe contra a maioria dos brasileiros. Os grandes grupos econômicos é que estão por trás da candidatura de Flávio Bolsonaro.

Continua

3. Reforma Administrativa: sem exageros verbais, é um tiro na cabeça dos servidores públicos da União, estados, DF e municípios. Com um detalhe: alto escalão não é atingido: juízes, procuradores, auditores fiscais, políticos e outros grandalhões da mesma laia.

  • Objetivo-alvo: acabar com a estabilidade, inclusive dos atuais servidores, aniquilar planos de carreiras e salários e, principalmente, privatizar e terceirizar setores essenciais, como Saúde e Educação, por exemplo. Reforma decreta o fim do caráter de servidor público no Brasil.
  • Motivação: favorecer o setor do alto empresariado e os bancos, que poderão ganhar muito dinheiro com o desfecho desse golpe contra a maioria dos brasileiros. Os grandes grupos econômicos é que estão por trás da candidatura de Flávio Bolsonaro.

Mas o Lula (PT) vencerá. Contudo, quanto menos votos o rachadinha tiver, melhor para a maioria da população.

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