Deputado Federal Alexandre Frota — que já foi bolsonarista — diz estar convencido de que foi uma armação. "Aproveitaram a doença que esse sujeito tinha na época e criaram essa narrativa do atentado."
Um conto do Veríssimo, impasses na direita e as eleições de 2026
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>> Por Landim Neto, editor do site / No conto "Critério", do escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo, "os náufragos de um transatlântico, dentro de um barco salva-vidas perdido em alto-mar, tinham comido as últimas bolachas dos pacotinhos e contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência". Faltava, contudo, definir que critério usar na hora de escolher quem primeiro seria comido. E não estava fácil decidir a questão.
Quando um cavalheiro citou que poderia ser as mulheres, estas rebateram com veemência:
— Onde se viu, as mulheres? Machista. Safado.
Um jovem sugeriu então que fosse os mais velhos. Mas eles logo rebateram também:
— Somos difíceis de mastigar.
E por que não primeiro os religiosos?, foi sugerido ainda. Não colou:
– Negativo. Não esqueçam que só nós temos um canal aberto para lá – disse um pastor, apontando para o alto – e que pode se tornar vital, se nada mais der certo. Era um dilema.
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Mais gordos, mais magros, primeira classe, segunda classe, terceira classe... Não houve qualquer entendimento. Ninguém aceitava ir para o sacrifício primeiro.
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Saindo da ficção, a direita e ultradireita vivem também um grande dilema no Brasil. Quem tem o direito de ser o candidato a presidente em 2026? Jair Bolsonaro? Está inelegível e preso, não pode. Michelle Bolsonaro? Os filhos do capitão e ele mesmo não aceitam. Flávio Bolsonaro? Ele quer é vender a candidatura. Tarcísio de Freitas? Ronaldo Caiado? Ratinho Júnior? Zema? Quem?
No conto do Veríssimo, os náufragos não chegaram a um entendimento e, "com toda agitação, o barco salva-vidas virou e todos, sem distinção de classes, foram devorados pelos tubarões. Que como se sabe, não têm nenhum critério."
Nas eleições de 2026, a direita e extrema direita certamente continuarão no impasse até às vésperas do pleito. E aí Lula é quem resolverá a parada, muito provavelmente no primeiro turno. Pois, enquanto os tubarões não têm nenhum critério e os direitistas não se entendem, o petista é o que tem mais votos, que é o critério que decide mesmo em qualquer eleição.
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O experiente jornalista investigativo Joaquim de Carvalho dirigiu um documentário que mostra com detalhes a farsa de Juiz de Fora nas eleições de 2018. Carlos Bolsonaro —demonstrando desespero — fala em processar o jornalista e a TV 247.
Resultado do rigoroso trabalho investigativo é impactante e não deixa margens para dúvidas em relação ao teatro armado em 2018. O vídeo está no final desta matéria.
Embora se ache o tal, o pobre de direita não passa de um ridículo e risível otário.
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Facada ou fake? Bolsonaro sofreu atentado ou não? Tudo é verdadeiro ou apenas teatro que ajudou a eleger o atual presidente? Na dúvida, internautas dizem que acreditam mais no "chifre" do capitão.
O documentário que apurou a estranha "facada" em Jair Bolsonaro está marcado para ser apresentado nesta segunda-feira (6), na TV 247. Dirigido pelo experiente jornalista Joaquim de Carvalho, investigação já tem elementos que podem desmoralizar ainda mais o capitão e sua família, e também os órgãos da chamada grande mídia, como Globo & Cia.
Segundo levantamento do experiente jornalista Joaquim de Carvalho, muitas evidências levam a crer que Carlos Bolsonaro teria sido o mandante do 'autoatentado' (farsa) ocorrido contra Jair Bolsonaro em 2018. No vídeo ao final desta matéria, Carvalho cita outros contundentes fatos sobre sua investigação, que já tem data marcada para ser apresentada...
Documentário investigativo será lançado dia 6 deste mês pela TV 247. Trabalho é dirigido pelo experiente jornalista Joaquim de Carvalho, que já atuou como subeditor da revista Veja e repórter no Jornal Nacional, das organizações Globo.







