Greve | Início do ano letivo pode ser retardado nas redes públicas de todo o País! Saiba mais e compartilhe...

30/01/2018
Brasília - Michel Temer e o ministro da Educação, Mendonça Filho durante a Cerimônia de Homologação da Base Nacional Comum Curricular (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - Michel Temer e o ministro da Educação, Mendonça Filho durante a Cerimônia de Homologação da Base Nacional Comum Curricular (Wilson Dias/Agência Brasil)

DA REDAÇÃO | Trabalhadores em educação estão dispostos a retardar o início do ano letivo de 2018 nas redes públicas da educação básica de todo o País. Categoria exige que prefeitos e governadores paguem de imediato o reajuste de 6,81% anunciado pelo MEC para o piso do magistério, o menor desde sua criação, em 2008. Greve também é motivada pelas péssimas condições de trabalho dos profissionais da educação, dentre outras demandas. Vote na enquete ao final da matéria e diga se é a favor ou não de retardar o início do ano letivo. Até à data e horário de fechamento desta postagem, maioria disse que sim.

Piauí deve sair na frente

O movimento grevista pode ser iniciado a partir de paralisação na Rede Estadual de Educação do Piauí. Dia 31.01, ocorrerá uma Assembleia Geral organizada pelo Sinte-Pi onde há a possibilidade de os educadores decidirem retardar o início do ano letivo, vez que o governador Wellington Dias (PT) não colocou nos contracheques de janeiro os 6,81% do piso nacional, tal como era esperado.


Há dinheiro

Segundo pesquisa que se pode fazer no site do Banco do Brasil, há dinheiro do Fundeb disponível para que prefeitos e governadores paguem o piso nacional e atendam outras demandas dos educadores. Na Tabela após o anúncio, veja a arrecadação milionária apenas dos 20 (vinte) primeiros dias deste ano.

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