"Com a reforma, vou ter que trabalhar 11 anos a mais", diz professora! Assista e compartilhe...

21/02/2019
Foto: Dever de Classe
Foto: Dever de Classe

Reforma enviada oficialmente pelo governo Bolsonaro ao Congresso Nacional revoltou a maioria dos trabalhadores, em particular os docentes. Vídeo ao final da matéria mostra a indignação de uma educadora.

Educação | A Reforma da Previdência enviada ontem (20) pelo governo Bolsonaro ao Congresso Nacional causou indignação em muita gente, em particular nos professores. Mestres agora, caso a medida seja aprovada, terão mais tempo de sala de aula e só poderão requerer aposentadoria após completar idade mínima de 60 anos, homens e mulheres.

 A professora Albetiza Moreira, que atua nas redes municipal de Teresina e estadual do Piauí, fez as contas iniciais e diz que terá que trabalhar 11 anos a mais do previsto pela atual legislação. Pelo que ainda está em vigor, ela iria para casa daqui a quatro anos. A reforma, portanto, traz uma piora significativa no nível de vida dos educadores de todo o país.

Veja o vídeo!

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Montante é 12,32% a mais que o recebido no mesmo período de 2022. Levando-se em conta que o reajuste do magistério deste ano (14,95%) é 18,29% menor que o de 2022 (33,24%), nada justifica dizer que não há dinheiro para a correção salarial deste 2023.
Com o Fundeb, montante sobe para 5,8 bi, isto é, 1,2 bi a mais. Recurso é referente ao 3º decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste mês de janeiro, maior 23,65% em relação ao mês período de 2022. Dados mostram que é possível cumprir reajuste do magistério deste 2023.
Não é pouco dinheiro. Só de salário, em 2022 foram R$ 260.717.886. Em 2023, parlamentares já tiveram 16,37% de aumento neste mês de janeiro e terão mais 6,12% em abril, o que elevará a conta ainda mais. Isto sem falar nas incontáveis outras regalias que têm. Confira tabela.