Após a saída de Dilma, Temer age para roubar até a esperança da maioria dos brasileiros, diz o povo, pelas redes sociais! Veja...

14/03/2017
Fotomontagem: Internet
Fotomontagem: Internet

"Dilma era uma presidenta honesta, que se sabia que era possível confiar. Temer é um calhorda, entrou, aumentou o desemprego e agora quer tirar até a possibilidade de um dia o trabalhador se aposentar" 

Da Redação | Pesquisas livres que circulam pelas redes sociais apontam que a saída de Dilma Rousseff (PT) e a subida de Michel Temer (PMDB) ao Planalto trouxeram mais desalento aos brasileiros. Se com a petista o quadro de dificuldades já era enorme para os trabalhadores, com Temer piorou, pois o presidente golpista quer destruir até qualquer possíbilidade de futuro digno à maioria dos trabalhadores.

"É verdade que na saída injusta da presidenta Dilma o desemprego estava alto e a economia não ia muito bem. Mas era uma presidenta honesta, que se sabia que era possível confiar. 

Temer é um calhorda, entrou, aumentou o desemprego e agora quer tirar até a possibilidade de um dia o trabalhador se aposentar, ou seja, ele quer roubar até a esperança do povo", diz pelo facebook Ana Aragão, de Brasília. 

Posicionamentos como o de Ana são corriqueiros nas redes sociais. Até mesmo muitos 'paneleiros' e 'coxinhas' já começam a entender que deram um tiro no pé ao apoiar o golpe de Estado que prejudicou não apenas Dilma e o PT em si, mais sim a maioria do povo, que caiu nas garras de um trambiqueiro que montou uma equipe de governo que, em sua maioria, deveria era estar atrás das grades, com ele próprio à frente.

A enquete abaixo, que nunca terá registro na Rede Globo e demais da imprensa golpista, reflete bem o que hoje pensa a maioria dos brasileiros. Não à toa, Lula está em primeiro lugar em todas as pesquisas eleitorais para 2018.

Dê também sua opinião:

Leia também:

Lei Complementar contra o magistério, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em março deste ano, desconsiderou — para efeito de vários e importantes benefícios — quase dois anos de trabalho dos profissionais da educação, maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021, fase crítica da pandemia de Covid-19. Na prática, é como se o magistério não tivesse...
Anúncios de pagamento devem se intensificar no mês de dezembro. Expectativa é que muitos estados e inúmeros municípios paguem o abono aos profissionais do magistério. CNTE luta para mudar critério de distribuição.