Quem ainda tolera esse estorvo?
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Nota da entidade mostra que vários direitos dos atuais servidores são atacados com a reforma, como estabilidade, progressões, promoções e até adicional de férias dos professores.
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Economia | Matéria publicada ontem (21) à noite pela Folha de S.Paulo traz uma série de inverdades sobre os servidores públicos no Brasil, apontados de forma sub reptícia pelo jornalão como responsáveis pela crise econômica no País. Uma dessas inverdades diz que os atuais funcionários não serão prejudicados com a Reforma Administrativa enviada pelo governo Bolsonaro ao Congresso Nacional, através da Pec 32/2020. Nota do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos — Dieese — mostra exatamente o oposto. Os prejuízos serão enormes para o pessoal da União, estados e municípios, conforme veremos após o anúncio.
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Após fazer todo um discurso contra promoções legais e atualização de salários no governo federal, a Folha diz:
Após o anúncio, veja como o Dieese mostra que a parte negritada esse segundo parágrafo não passa de uma grande mentira.
Vedações a direitos e garantias já existentes. Esclarece o Dieese que: "Outro ponto de atenção fundamental da PEC-32, para os atuais servidores, são as inovações trazidas pelo novo inciso XXIII do caput do Art. 37. Nesse dispositivo está prevista uma série de vedações aos servidores, transcritas a seguir."
Diz o Dieese:
"Se aprovada a proposta do governo, apenas os futuros servidores ocupantes das carreiras típicas de Estado se vincularão necessariamente aos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS)."
"Os demais poderão recolher contribuições para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), organizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)."
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