Entre julho e agosto de 2026, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%); já as elevações foram registradas em Maceió (1,43%) e São Luís (0,78%)
Custo da cesta básica cai em 25 das 27 capitais pesquisadas, aponta estudo do DIEESE
Entre julho e agosto de 2026, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%); já as elevações foram registradas em Maceió (1,43%) e São Luís (0,78%)
Redação Dever de Classe, às 21:10
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) divulgou nesta quinta-feira (10) o estudo científico que faz mensalmente sobre o custo da cesta básica e o valor real do salário mínimo de acordo com preceito constitucional. Levantamento aponta que preços dos alimentos caíram em 25 das 27 capitais pesquisadas.
Queda de preços
Segundo o órgão, "entre julho e agosto de 2026, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%), Salvador (-3,30%), Porto Velho (-2,93%), Recife (-2,62%), Goiânia (-2,51%) e Belém (-2,07%). Já as elevações foram registradas em Maceió (1,43%) e São Luís (0,78%)."
Maior custo
Diz também o DIEESE:
"São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 900,59), seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Nas cidades do Norte e do Nordeste1, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89)."
Salário mínimo
Sobre o salário real, o DIEESE destaca:
"Com base na cesta mais cara, que, em agosto, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima que, em agosto de 2026, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.565,86 ou 4,67 vezes o mínimo de R$ 1.621,00. Em julho, o valor necessário era de R$ 7.687,01 e correspondeu a 4,74 vezes o piso mínimo. Em agosto de 2025, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 7.147,91 ou 4,71 vezes o valor do mínimo vigente na época, que era de R$ 1.518,00."
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