Quem ainda tolera esse estorvo?
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O governo Bolsonaro lançou uma nova ideia contra os professores de todo o País, em particular os das redes públicas de estados e municípios. Através dos ministérios da Educação e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos o capitão quer lançar uma espécie de "canais de polícia" para que estudantes e seus familiares denunciem educadores que não estejam alinhados com as ideologias do governo Federal. Para fazer com que tal política tenha êxito, o Planalto ameaça cortar verbas federais para governadores e prefeitos que não ajudarem no projeto. Continua, após o anúncio.
A nova e fascista medida de Bolsonaro, Abraham Weintraub e Damares Alves se baseia no projeto Escola sem Partido, que tramita no Congresso com o apoio dos parlamentares bolsonaristas. A diferença é que enquanto no projeto inspirador alunos são estimulados a denunciar professores em seus estados e municípios, a nova ideia pretende incentivar as deduragens através dos tais "canais de polícia" a serem instalados dentro próprio Governo Federal. Weintraub e Damares Alves se incumbirão de viabilizar as perseguições aos educadores.
O projeto de Bolsonaro tem um claro sentimento fascista e visa impor dentro das escolas o pensamento único que ele e seus seguidores consideram como corretos para a sociedade. Sobre isso, a ministra Damares Alves foi enfática, de acordo com matéria da Folha de S.Paulo (20): "A escola não pode ensinar nada que atente contra a moral, a religião e a ética da família". Evidentemente que a "moral", "religião" e a "ética da família" que ela quer impor nos estabelecimentos de ensino é o que ela própria, Weintraub e Bolsonaro defendem.
Dentro do que é certo e do que é errado fazer no interior das escolas, alunos e seus familiares simpáticos às ideias do capitão certamente não vão gostar também de ouvir críticas ao Governo Federal durante as aulas, por mais plausíveis que possam ser. Tal eventual iniciativa do professor será entendida como "doutrinação de esquerda" e uma chuva de denúncias poderá ocorrer por conta disso. Na verdade, o objetivo maior do tal projeto é exatamente calar quem discorda das ações de Bolsonaro e sua trupe. Continua, após o anúncio.
Embora o governo Bolsonaro ainda não tenha dado maiores detalhes de como o tal projeto vai funcionar, alguns pontos já estão bastante claros. O governo fará uma campanha na mídia e nas escolas expondo à sociedade e à comunidade escolar como os professores devem se portar nas escolas. Tal como preconizado pelo Escola sem Partido, cartazes podem ser colocados em cada sala de aula com os "deveres dos educadores".
Se um aluno achar que um mestre não está seguindo o estabelecido, pode acionar os tais "canais de polícia" para fazer a denúncia ou comunicar aos pais para que eles possam fazê-lo. Pode ocorrer também de a família, vistoriando as tarefas dos filhos, concluir que o professor está infringido as normas do projeto, o que também deve autorizar a deduração. Continua, após o anúncio.
De posse das denúncias dos alunos e de suas famílias, o governo Bolsonaro notificará prefeitos e governadores para que tomem providências em relação aos professores "infratores". Mestres poderão então sofrer sanções, que podem ir de uma simples advertência a até mesmo demissão.
Caso os estados e municípios não comprovem que agiram para coibir nos professores o que Bolsonaro & Cia consideram incorreto do ponto de vista das ideias, verbas federais poderão ser cortadas para as redes públicas de ensino. Só o povo nas ruas pode barrar as ações nefastas desse governo.
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