Há casos em que o professor terá que ficar até doze anos a mais em sala de aula
Com ou sem Fux, condenação de Bolsonaro já é 100% certa
Única dúvida que há é se ficará na Papuda, em sala da PF, Forças Armadas ou em prisão domiciliar; o excesso de provas condenou o capitão
Ministro do STF Luiz Fux e ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto/reprodução.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Política / Conforme esperado, o ministro do STF Alexandre de Moraes apresentou nesta terça-feira (9) um voto matador contra Jair Bolsonaro e todos os envolvidos na tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Ninguém foi poupado, sejam generais quatro estrelas ou não. Pelo teor da exposição e excesso de provas citadas, penas tendem a ser duríssimas, não menos de 30 anos, podendo chegar a bem mais.
Na mesma linha, Flávio Dino ratificou argumentação do colega, embora tenha anunciado ligeira diferença em relação ao tamanho das penalidades a três dos réus: generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, bem como Alexandre Ramagem.
Siga e receba atualizações
Fux, a "esperança" que já nasce morta
Apesar da terça-feira ter tido caráter fúnebre para Jair Bolsonaro et caterva, golpistas ainda alimentam uma última "esperança" para esta quarta (10), quando Luiz Fux apresentará seu voto. A torcida é para que o ministro absolva todo mundo ou amenize nas penas ou peça vista do processo.
Em qualquer das hipóteses, os golpistas serão condenados e presos, pois a ministra Cármen Lúcia e o ministro Cristiano Zanin também seguirão o voto de Alexandre de Moraes. Fux será voto vencido.
No caso de pedido de vista, o velório da turma apenas ficará um tempo a mais na exposição para o Brasil e o mundo. Mas chegará a hora do enterro. Fux é a famosa "esperança" que já nasce morta.
Mais recentes...
Urgente! MEC manda estados e municípios reduzirem salários de professores! Assista e compartilhe...
DA REDAÇÃO | O desgoverno Temer (PMDB), através do Ministério da Educação, está orientando prefeitos e governadores a reduzirem salários de professores da educação básica pública de todo o País. A gravíssima denúncia é do prof. João Correia, dirigente do Sinte-Pi, um dos maiores sindicatos de trabalhadores em educação do Brasil. O MEC atualmente é...
"Teriam sido os alunos das escolas privadas amigas da atual gestão do MEC pegos de surpresa"? Noutras palavras, o direcionamento (proibido em concursos públicos) do tema favoreceu quem?
DA REDAÇÃO | Quanto o assunto é pagar melhores salários aos professores e demais funcionários da educação, governadores e prefeitos sempre alegam não ter dinheiro. Dados do Banco do Brasil, no entanto, desmentem os gestores e comprovam que, todo mês, estados e municípios recebem muitas verbas do FUNDEB. Confira na Tabela abaixo, logo após o...
DA REDAÇÃO | A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) é a relatora da PEC 24/2017, que torna o Fundeb permanente, vez que, pela legislação atual, esse fundo está próximo de encerrar sua vigência. A PEC é de autoria da também senadora Lídice da Mata (PSB-BA). A proposta está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.
Aposentada aproveita para dar um escracho em Temer. PEC tem como base o Piso Nacional do Magistério, que serviria de parâmetro para os tetos salariais de governadores, presidente da república, vereadores, deputados, senadores, ministros, juízes, desembargadores e outros burocratas do alto escalão.
Correção é linear e deve vigorar a partir do mês de janeiro, como reza a lei federal 11.738/2008. Todos os professores da educação básica de estados e municípios têm direito, independentemente do valor de suas remunerações
DA REDAÇÃO | A professora Fátima Lima Oliveira, Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo, fez duras e necessárias críticas ao projeto que tramita na Câmara dos Deputados com o nº 6114/2009 e que cria o Exame Nacional de Avaliação do Magistério da Educação Básica - ENAMEB. Na prática, os parlamentares querem que os professores da...
DA REDAÇÃO | Na educação básica pública de estados e municípios, professores no geral têm férias anuais de 45 dias. Em alguns lugares, o descanso anual chega a ser de dois meses. Na hora de pagar o abono de férias, no entanto, prefeitos e governadores descumprem a lei e engolem no geral 50% desse direito dos educadores.
DA REDAÇÃO | As organizações Globo são na chamada "grande imprensa" as maiores defensoras do fim da aposentadoria dos trabalhadores. Em particular, tentam convencer que a aposentadoria especial dos professores é um mal para o setor público e privado do País.










