Evento ocorreu na Argentina e reuniu representantes de sindicatos dos trabalhadores/as da educação de 178 países.
Os próximos tempos de Jair Bolsonaro serão na cadeia
Ao contrário de Fux, Ministra Cármen Lúcia e ministro Cristiano Zanin vão condenar o genocida
Foto/reprodução.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Política / O dia amanheceu e a ressaca de Jair Bolsonaro certamente será muito grande nesta quinta-feira (11). Após a euforia por conta da decisão (comprada?) do ministro Luiz Fux, condenação do genocida será ratificada pela ministra Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ao final, estima-se em pena que pode chegar a 30 anos ou mais. Aos bolsonaristas e líder da gang, resta sonhar com anulação num futuro distante. É só aguardar.
Leia também:
Siga e receba atualizações
Mais recentes...
Dez anos e meio depois, saiba por que o Plano Nacional de Educação cumpriu apenas 20% de suas metas
Em 2014, o PNE foi criado com 20 metas detalhadas, destinadas a democratizar o acesso à educação, melhorar a qualidade do ensino e fortalecer a infraestrutura educacional do país.
O cerne da lei do piso é o cálculo para se chegar ao percentual de atualização e a jornada máxima do(a) professor(a) em sala de aula. Especialista explica essas questões.
Tese de doutorado mostra que apenas na segunda metade dos anos 1980, o Brasil reconheceu o desemprego como um problema social que demandava intervenção estatal.
Segundo especialista, a legalização desses jogos até pode beneficiar a economia, mas o País não tem estrutura para tratar o vício em jogo.
Com contribuição de pesquisadores da USP, coletânea discute os temas dentro da conjuntura política e social do País.
Crianças relataram dificuldade em brincar sozinhas em ambiente físico, o que alerta para os riscos à criatividade e à saúde da busca intensa pelo brincar virtual.
A melhora crescente na economia é fator determinante para elevação do índice de correção do piso do professor(a) em 2025.
Estudo da Unafisco revela que R$ 537,5 bilhões deixarão de ser arrecadados em 2024, dinheiro que faz falta para investimentos no setor social.
Editorial da Folha da Folha de S.Paulo, leia-se bancos, sugere ataques generalizados aos trabalhadores, principalmente às mulheres.












