Brasil na luta pelo reajuste dos professores
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Vinicius Torres Freire foi secretário de Redação da Folha de S.Paulo, e é mestre em administração pública pela Universidade Harvard (EUA)
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João R P Landim Nt
João Rosa Paes Landim Neto
Entre outros importantes pontos, o articulista — ex-secretário de Redação da Folha de S.Paulo e mestre em administração pública pela Universidade Harvard (EUA) — destaca em seu texto, publicado na Folha nesta quinta-feira (7):
Na Presidência, Bolsonaro acusou ministros do STF e TSE de conluio contra seu governo e seus seguidores. Prometeu em público descumprir decisões do STF. Ameaçou ministros de "problema", caso não se enquadrassem. Disse que os ministros do STF "estupraram" a Constituição ao garantir a estados e municípios o direito de tomar providências contra a epidemia de Covid." (Grifos nossos).
Bolsonaro prometeu em público que não haveria eleição em 2022 caso as urnas não fossem "auditáveis" ou se não houvesse voto impresso. Afirmou em público que as eleições de 2014 e 2018 foram fraudadas. Bolsonaro participou de manifestações que pediam o fechamento do STF e intervenção militar." (Grifos nossos).
Em fins de 2022, houve tentativa final de implementar tal projeto [golpe para impedir Lula de tomar posse]. Ministros e militares próximos de Bolsonaro preparavam farsa legal a fim de legitimar um movimento golpista, que impediria a transição de governo determinada pela eleição de 2022.
Para o especialista, todo esse quadro de golpismo amplamente defendido e divulgado ao longo de quatro anos de mandato por Bolsonaro — foi o que estimulou a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, e o ato terrorista desta quarta-feira que, por muito pouco, não matou mais gente.
Vinicius Torres Freire diz que o ex-presidente deveria ter sofrido impeachment pelos crimes que cometeu no governo. E que agora tem de ser punido exemplarmente para que mais atos terroristas não aconteçam no Brasil.
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