Bolsonarista tentou se esconder nos EUA, não deu certo e agora está também preso pela canela
Relator quer aprovação da PEC 32/2020 ainda em 2025
Reforma Administrativa acaba estabilidade, outros direitos do funcionalismo e atinge atuais e futuros servidores da União, estados, DF e municípios
Deputado Pedro Paulo (PSD-RJ). Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Economia / O deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) diz que a PEC 32/2020 deve ser aprovada ainda neste segundo semestre de 2025. Ele é o relator da medida na Câmara. Segundo matéria desta segunda-feira (29) no InfoMoney, o parlamentar declarou ontem (28) no programa Canal Livre, na Band:
"Acredito sim ser possível aprovar ainda neste semestre. Estive esta semana com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) e estávamos discutindo a estratégia de apresentação do texto já para a próxima semana."
Péssimo para atuais e futuros servidores
A notícia é muito ruim para atuais e futuros funcionários dos três poderes da União, estados, DF e municípios. Medida, se aprovada, acabará com o caráter de servidor público no Brasil.
Siga e receba atualizações
Principais ataques
Embora apresentada sob a justificativa de modernizar e reduzir gastos, a Reforma Administrativa é considerada pelas entidades sindicais do funcionalismo como um ataque ao serviço público. Entre os pontos mais criticados estão:
- Fim da estabilidade;
- Criação de vínculos por prazo determinado e um regime de trabalho mais flexível;
- Extinção de carreiras típicas de Estado;
- Enfraquecimento dos concursos públicos e incentivo ao apadrinhamento político;
- Limitação do direito de greve e imposição de avaliações de desempenho punitivas.
- Extinção de vários direitos, como licença-prêmio, adicionais e progressões, independentemente do nome que tenham em cada ente, e fim de férias por mais de trinta dias, o que atinge de imediato os professores.
Além destas, foco da reforma é também:
- Institucionalização do congelamentos dos salários e carreiras;
- Privatização de setores-chaves, como Saúde e Educação;
- Na prática, fim do caráter de servidor público no Brasil, com exceção apenas para as castas mais bem pagas do funcionalismo.
Relacionadas:
- Artigo 37-A da Pec 32 permite que dinheiro do Fundeb seja repassado a escolas privadas, diz especialista
- Ao vivo: "Governo Bolsonaro quer aprovar Pec 32 na mão grande", denuncia deputado
- Com a Pec 32, servidor atual será 'espremido' dentro dos órgãos públicos
- Dieese desmente matéria da Folha sobre prejuízos dos atuais servidores com a Reforma Administrativa
- Dispositivo da Reforma Administrativa leva à demissão em massa de atuais servidores estáveis, alerta deputado
Compartilhe e não esqueça de deixar uma contribuição ao site!
Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Mais recentes
Juntando tudo em todo o Brasil, não chega a 100 mil celerados para defender o entornozelado, muito pouco para quem sonha escapar da prisão
"Arrecadação do Governo Federal chegou a R$ 1,4 trilhão no primeiro semestre deste ano, a maior desde 1995, isto repercute na cesta do Fundeb e no índice de crescimento do piso"
John Densmore disse que "tudo bem, vou deixar essa batida da bossa um pouco mais dura e mais rápida"
A estupidez engoliu a deputada Zambelli
A "brasileira" que ama os EUA deveria ter ouvido os conselhos do Roberto Carlos; talvez não estivesse passando por situação tão difícil
Muito difícil alguém bater Lula em 2026
Mesmo com toda crise — real ou fictícia — que extremistas e "direita civilizada" tentam usar, povo entende que com Lula a vida é menos difícil
"Procissão dos sanfoneiros acontecendo em Teresina é uma coisa assim", diz o experiente fotógrafo piauiense Paulo Barros
Os dois jogaram juntos no mesmo time dos que odeiam os pobres, a esquerda e o presidente Lula; o capeta os separou agora por um tempo
"Carla possui muitas doenças que, combinadas, podem trazer efeitos muito diferentes, a depender de como ela está, e de qual remédio lhe falta"
O Projeto de Lei da devastação
"A aprovação do PL da Devastação ameaça a liderança do Brasil nas negociações internacionais sobre o clima, além de colocar em risco parcerias comerciais"










