Zé Dirceu cita Rafael Fonteles e João Campos como possíveis sucessores de Lula

30/11/2025

Líder petista fala também em Haddad e diz: "Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio".

>> Categoria: política

Colabore e ajude o site a se manter online!

Pix: apoie@deverdeclasse.org  >> Mais opções

Siga e receba atualizações:

PROCURAR

Por Redação / Em entrevista ao "Estadão" neste domingo (30), Zé Dirceu (PT) fala, entre outros temas, sobre perspectivas de nomes no pós-Lula em 2030. O líder petista citou Fernando Haddad, Rafael Fonteles (governador do Piauí, também do PT), e João Campos (prefeito de Recife, PSB). O jornal paulista lhe fez a seguinte pergunta:

O principal desafio do PT para os próximos anos é a construção do pós-Lula?

A resposta de Zé Dirceu:

Anúncio

"A construção do pós-Lula passa pela reconstrução do PT. De 2013 a 2019 nós não podíamos sair às ruas com os símbolos do PT. Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio. No nosso caso, estamos falando de 2030. Fernando Haddad (ministro da Fazenda) é um nome; o Rafael Fonteles, governador do Piauí, está se projetando nacionalmente, o João Campos (prefeito do Recife) amanhã pode ser um candidato. Não tem vazio político."

Colabore e ajude o site a se manter online!

Pix: apoie@deverdeclasse.org  >> Mais opções

Siga e receba atualizações

Mais recentes:

Objetivo é garantir ganho real para a categoria logo a partir de janeiro. Documento com outras importantes pautas dessa área foi entregue ao setor de educação da equipe de transição do futuro governo Lula.
No caso dos professores, o que vale é o que está na lei dos planos de cargos, salários e carreiras de estados, DF e municípios. Se a legislação diz que o descanso anual é de 45 dias ou até dois meses, o terço constitucional deve ser pago com base nesse tempo de férias. É o que podemos chamar de direito...
Diferenças dos últimos 5 (cinco) anos devem ser pagas com juros e correção monetária, determina o juiz em sua sentença. Valor chega a quase R$ 10 mil. Estado não pode mais recorrer. Professores de todo o País podem fazer a mesma reclamação.
Mudanças significativas poderão ocorrer, com alteração para baixo na forma de calcular os reajustes ou até mesmo a revogação da lei federal que instituiu esse direito dos professores. Tudo dependerá, contudo, da capacidade de mobilização da categoria.
Paulistas não podem permitir que um aventureiro — inclusive com suspeitas de que é acompanhado por milicianos — governe o estado mais importante do País.