Parlamentar alega que, pela natureza do trabalho, os docentes têm problemas circulatórios, de pressão arterial e alergias respiratórias, porque muitos ainda trabalham com giz. E apresenta também um outro fator.
É preciso urgência no piso dos funcionários de escolas
Tramitação do PL 2.531/2021 avança na Câmara e é imprescindível para fortalecer a educação básica pública como um todo, inclusive na questão dos professores
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O Piso Nacional dos Funcionários de Escolas (PL 2.531/2021) avança na Câmara e sua urgente aprovação é imprescindível para fortalecer a educação básica pública brasileira como um todo, inclusive na questão dos professores. Quanto mais fortalecidos e amparados legalmente todos estiverem, mais o conjunto dos trabalhadores em educação se beneficia.
Fim da indiferença
Sem piso nacional, muitos servidores administrativos olham com certa indiferença para as lutas dos docentes, porque não veem nelas nada que possam lhes beneficiar. Com o piso do magistério e o dos funcionários juntos, lutas tendem a se unificar, o que é bom para todo mundo. Será o começo do fim dessa indiferença.
>> Leia também: PL 1540/2023 aprimora Piso Nacional dos funcionários de escolas
Se o servidor faltar?
Imagine você chegar na escola e não encontrar o agente de portaria. Como fica? E se o pessoal da limpeza não estiver, quem vai limpar? E a merenda, quem vai fazer se o pessoal dessa área faltar? Trabalhos de secretaria serão feitos por quem, na ausência dos responsáveis por tal setor? O Piso Nacional dos Funcionários dá mais estabilidade a todo mundo dentro das escolas. Por isso, é urgente que seja aprovado.
Síntese
Piso:
- 75% do Piso do Magistério — R$ 3.650,82 em 2025
Jornada de trabalho:
- 40 horas semanais (PL 2.531/2021 e 30 horas semanais (PL 1.540/2023)
Data-base:
- Janeiro, com correção pela inflação oficial do governo
Recesso em julho:
- Consta apenas no PL 1.540/2023
Tramitação
"O PL 2.531/2021 já passou pelas comissões de Educação, Administração e Serviço Público, Trabalho e agora pela CFT. Só falta a Comissão de Constituição e Justiça, podendo ser terminativo nesta última, caso não haja recurso para votação em plenário."
Após isso, vai para apreciação no Senado.
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Em primeiro lugar é preciso os pais terem paciência e se conscientizar de que ainda não é hora de mandar os filhos de volta para as escolas. Depois, é só seguir alguns passos que tudo se resolve.
Mesmo se correção for só de 5,89%, ainda assim, no final do ano, o educador terá conquistado um bom dinheiro, que pode ser usado de acordo com os interesses e necessidades de cada um.
Embora sob pressão do governo federal, donos de escolas privadas e de alguns prefeitos e governadores, maioria dos profissionais do magistério rejeita voltar às escolas sem vacina contra a Covid-19.
O ideal também é que todos os alunos estejam imunizados ou, no mínimo, que passem por testes permanentes para checar se têm ou não a Covid-19. Além disso, é preciso ainda manter rigoroso protocolo de higienização do ambiente escolar, para se precaver contra eventuais mutações do vírus. Sem isso, é brincar de roleta russa, diz médico consultado pelo...





