Educação | A previsão de reajuste de 12,5% no piso do magistério (Lei Federal nº 11.738/2008) para primeiro de janeiro de 2022 está garantida em Portaria Interministerial do próprio governo federal. Esse percentual pode inclusive crescer ainda mais, haja vista o aumento das receitas de impostos.
CNM quer barrar
Apesar das garantias legais e das disponibilidades de receitas, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) — órgão ligado aos prefeitos — quer barrar o reajuste previsto dos educadores.
Para tanto, faz muita pressão em Brasília junto aos parlamentares para mudar o cálculo do reajuste e, com isso, impedir que o magistério tenha qualquer ganho real no próximo ano.
Propôs o fim da lei do piso
Este ano, a CNM conseguiu inclusive que o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) apresentasse na Câmara o PL nº 2.075/21. Tal projeto extingue a lei do piso do magistério, acaba os reajustes pelo crescimento do custo-aluno (os 12,5% de 2022) e abre brechas para que os professores tenham a jornada semanal de aulas aumentada. Continua, após o anúncio.