O longa mostra que os nazistas não eram monstros perversos de outro planeta, mas sujeitos ordinários da terra e com aspirações banais.
Os próximos tempos de Jair Bolsonaro serão na cadeia
Ao contrário de Fux, Ministra Cármen Lúcia e ministro Cristiano Zanin vão condenar o genocida
Foto/reprodução.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Política / O dia amanheceu e a ressaca de Jair Bolsonaro certamente será muito grande nesta quinta-feira (11). Após a euforia por conta da decisão (comprada?) do ministro Luiz Fux, condenação do genocida será ratificada pela ministra Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ao final, estima-se em pena que pode chegar a 30 anos ou mais. Aos bolsonaristas e líder da gang, resta sonhar com anulação num futuro distante. É só aguardar.
Leia também:
Siga e receba atualizações
Mais recentes...
"Reunião busca alinhar e fortalecer a luta das entidades no processo de garantia dos direitos dos/as trabalhadores/as da classe."
Até porque, não custa lembrar, o Supremo sempre atuou em conluio com as próprias Forças Armadas quando elas deram ou tentaram dar golpes no Brasil.
Muitos prefeitos e governadores interpretam a lei de forma inadequada e transformam Piso em Teto Salarial.
Um dos editores do Dever de Classe, professor Landim Neto, comenta a questão numa perspectiva marxista, de esquerda.
Podcast desmente mais uma vez as surradas falações da CNM sobre tais questões, a partir do que diz o Supremo Tribunal Federal.
Este é o primeiro de uma série de podcasts que passaremos a publicar sobre o mais variados temas. Começamos com o Piso Nacional do Magistério.
Neste 30 de Março de 2024, o britânico e segundo guitarrista no ranking mundial completa 79 anos de muitos solos e alguns sérios percalços pessoais.
64 anos do nascimento de Renato Russo
De uma família de classe média, nasceu em 27 de Março de 1960, no Rio de Janeiro. Talentoso desde muito jovem, artista atuou nos vocais da famosa Legião Urbana, grupo no qual foi também vocalista, violonista e líder.
Fato ocorreu há 51 anos, em 27 de Março de 1973 — e impactou os presentes à solenidade. Marlon Brando pediu a uma ativista indígena que subisse ao palco no lugar dele, não tocasse na estatueta e fizesse um discurso denunciando crimes contra os nativos dos EUA.










