Educação em Luta em todo o Brasil
Mobilizações estão sendo convocadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Tramitação do PL 2.531/2021 avança na Câmara e é imprescindível para fortalecer a educação básica pública como um todo, inclusive na questão dos professores
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O Piso Nacional dos Funcionários de Escolas (PL 2.531/2021) avança na Câmara e sua urgente aprovação é imprescindível para fortalecer a educação básica pública brasileira como um todo, inclusive na questão dos professores. Quanto mais fortalecidos e amparados legalmente todos estiverem, mais o conjunto dos trabalhadores em educação se beneficia.
Sem piso nacional, muitos servidores administrativos olham com certa indiferença para as lutas dos docentes, porque não veem nelas nada que possam lhes beneficiar. Com o piso do magistério e o dos funcionários juntos, lutas tendem a se unificar, o que é bom para todo mundo. Será o começo do fim dessa indiferença.
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Imagine você chegar na escola e não encontrar o agente de portaria. Como fica? E se o pessoal da limpeza não estiver, quem vai limpar? E a merenda, quem vai fazer se o pessoal dessa área faltar? Trabalhos de secretaria serão feitos por quem, na ausência dos responsáveis por tal setor? O Piso Nacional dos Funcionários dá mais estabilidade a todo mundo dentro das escolas. Por isso, é urgente que seja aprovado.
"O PL 2.531/2021 já passou pelas comissões de Educação, Administração e Serviço Público, Trabalho e agora pela CFT. Só falta a Comissão de Constituição e Justiça, podendo ser terminativo nesta última, caso não haja recurso para votação em plenário."
Após isso, vai para apreciação no Senado.
Mobilizações estão sendo convocadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Vinícius De Andrade, articulista da Coluna Vozes da Educação, no site de notícias DW, diz que segue sem acreditar que isso aconteceu. Mas o pior é que aconteceu.
Nos três primeiros governos do PT, mais de 360 unidades já tinham sido construídas, além de 18 universidades federais e 173 campi.
Senado votará nesta terça-feira (12). Entre os parâmetros previstos, "infraestrutura escolar propícia", como salas de aulas, biblioteca, laboratórios etc. Projeto, contudo, não toca na valorização dos professores e abre portas para favorecer o setor privado.
Camilo Santana publicou em sua conta no X (antigo Twitter) que dinheiro foi enviado na semana que passou. São R$ 106,8 milhões de novos recursos, resultado de emendas parlamentares.