Luiz Eduardo Ramos chegou a despontar como um dos militares mais poderosos do governo Bolsonaro, mas foi excluído da trama de golpe por seus comparsas golpistas por não controlar a língua, diz colunista de O Globo
Blefe ou não, Jair Bolsonaro não tem escolhas
>> Nem Tarcísio ou demais governadores que querem a vaga de candidato a presidente inspiram confiança no presidiário, no que ele está absolutamente certo
>> A sobrevivência política e até pessoal do Jair está nas mãos dos próprios filhos, Flávio ou outro, por isso o capitão entrou em um beco sem saída
>> Categoria: Política
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>> Por Redação / Ainda repercute bastante na imprensa nacional e redes sociais o anúncio de que Flávio Bolsonaro será o candidato a presidente em 2026, indicado pelo pai. Será?
Blefe ou não, o fato é que o presidiário Jair Bolsonaro ficou sem escolhas. Nem Tarcísio ou demais governadores que querem a vaga de candidato a presidente inspiram sua confiança, no que ele está absolutamente certo.
A sobrevivência política e até pessoal do Jair, portanto, está nas mãos dos próprios filhos, Flávio ou outro, por isso o capitão entrou em um beco sem saída. A decisão que no fim tomará tende a ser a mais importante de sua vida.
Bolsonaro sabe que não há qualquer garantia de que seria solto caso Tarcísio ou outro fora de sua família se elegessem a presidente com seu aval. É o oposto.
Qualquer um eleito faria tudo para manter o Jair no isolamento, até que morresse politicamente. Ou morresse mesmo de morte natural na prisão, como um condenado a mais no mundo político.
Ora, por que iriam soltar Bolsonaro se sabem que poderiam ser engolidos por ele?
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O resultado dessa novela, que deve se estender por alguns meses, tende a não ser bom para Jair Bolsonaro, independentemente de se escolha um filho para candidato ou não, embora seja pior perder com Tarcísio ou outro governador. Estes só querem do capitão os votos. Fidelidade zero. Bolsonaro já entraria derrotado.
Até porque, acima de todos eles tem o Lula. Ninguém bate o cara em 2026. É outra história.
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