75% apoiam estabilidade do servidor público, diz Datafolha
Estudo, divulgado em agosto último, foi encomendado pelo "Movimento Pessoas à Frente", composto por especialistas de diversas áreas
Imagem: Webnode
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
POLÍTICA & ECONOMIA / Pesquisa inédita do Instituto Datafolha revela que 75% dos brasileiros apoiam a estabilidade dos servidores públicos no Brasil. Estudo, divulgado em 28 de agosto último, foi encomendado pelo "Movimento Pessoas à Frente", "composto por pessoas chave de diferentes setores, entre especialistas, parlamentares, sindicatos, Governo Federal, Governos Estaduais, Judiciário, Órgãos de Controle, Advocacia Pública e organizações do Terceiro Setor."
Resultado esperado
O resultado dessa pesquisa já era esperado. O brasileiro entende que servidor público não pode ser joguete de políticos ou chefetes de repartição. A estabilidade garante independência e dá autonomia para que um funcionário inclusive possa denunciar sem medo de demissão eventuais ilícitos que tomem conhecimento no seu exercício de seu trabalho.
Siga o Dever de Classe e receba atualizações
Tapa na cara dos inimigos do funcionalismo público
Pesquisa é também um tapa na cara dos que querem acabar com esse instituto no Congresso Nacional, através da PEC 32/2020. Projeto, criado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, está em vias de aprovação. E o fim da estabilidade é o principal ponto da proposta.
Compartilhe e não esqueça de deixar uma contribuição ao site!
Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Leia também:
Quase 40% das ocupadas no final de 2023 ganhavam no máximo até um salário mínimo, segundo estudo do DIEESE feito a partir de pesquisa do IBGE
O pagamento eterno de juros e amortizações da dívida pública federal é que desequilibra as contas do país, e não o Bolsa Família, BPC, piso do magistério ou aposentadorias dos trabalhadores. Entenda por que isto não é dito nos grandes meios de comunicação.
Tese de doutorado mostra que apenas na segunda metade dos anos 1980, o Brasil reconheceu o desemprego como um problema social que demandava intervenção estatal.
Segundo especialista, a legalização desses jogos até pode beneficiar a economia, mas o País não tem estrutura para tratar o vício em jogo.
Estudo da Unafisco revela que R$ 537,5 bilhões deixarão de ser arrecadados em 2024, dinheiro que faz falta para investimentos no setor social.
Editorial da Folha da Folha de S.Paulo, leia-se bancos, sugere ataques generalizados aos trabalhadores, principalmente às mulheres.
Tema ganhou destaque após anúncio de PEC no Senado. Especialista fala sobre este e outros direitos que podem não estar sendo cumpridos para o funcionalismo.
Análise é do professor Paulo Feldmann, da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) da USP.
Criado no primeiro governo Lula, programa é uma das mais bem-sucedidas e elogiadas políticas de transferência de renda do mundo.
Números são de fevereiro e a elevação real de 12,5% é em relação ao mesmo período do ano anterior.











