Os próximos tempos de Jair Bolsonaro serão na cadeia
Ao contrário de Fux, Ministra Cármen Lúcia e ministro Cristiano Zanin vão condenar o genocida
Foto/reprodução.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Política / O dia amanheceu e a ressaca de Jair Bolsonaro certamente será muito grande nesta quinta-feira (11). Após a euforia por conta da decisão (comprada?) do ministro Luiz Fux, condenação do genocida será ratificada pela ministra Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ao final, estima-se em pena que pode chegar a 30 anos ou mais. Aos bolsonaristas e líder da gang, resta sonhar com anulação num futuro distante. É só aguardar.
Leia também:
Siga e receba atualizações
Mais recentes...
Para começar, esqueça o primeiro termo (inflingir — com 'n' no meio), pois não existe
Serão 6.700 vagas entre Mestrado e Doutorado para docentes da Educação Básica, com início em 2025
Quase 40% das ocupadas no final de 2023 ganhavam no máximo até um salário mínimo, segundo estudo do DIEESE feito a partir de pesquisa do IBGE
Líder dos profissionais da Educação é designado para o MEC e eleito para organismo internacional
Professor Heleno Araújo é presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), entidade à qual estão filiados sindicatos de educadores de todo o Brasil.
Em valor nominal, campeão da gastança é Vinícius Gurgel (PL-AP). Parlamentar gastou mais de R$ 335 mil da verba a que tem direito. Dados se referem apenas ao primeiro semestre do ano.
A música erudita, por Mário de Andrade
Livro resgata e analisa artigos escritos pelo intelectual entre 1943 e 1945
Pelo menos três vantagens o Projeto de Lei 138/2022 traria de imediato aos docentes, em particular do ponto de vista salarial.
Desigualdade, história e política são fatores para altas taxas de analfabetismo no Brasil
Emerson de Pietri analisa o ensino brasileiro no recorte atual e histórico, sem nunca perder de vista que "vivemos num país em que a desigualdade econômica é um traço constitutivo"
O pagamento eterno de juros e amortizações da dívida pública federal é que desequilibra as contas do país, e não o Bolsa Família, BPC, piso do magistério ou aposentadorias dos trabalhadores. Entenda por que isto não é dito nos grandes meios de comunicação.












