Jornalista afirma que "o presidente americano não apenas violou simultaneamente o direito internacional e a legislação dos Estados Unidos, como está ameaçando outros países. É um retrocesso de séculos"
Erro grosseiro de Português é repetido três vezes pelo governador de São Paulo
Tarcísio de Freitas disse que é preciso "sentar na mesa" para resolver o sério problema que ele mesmo ajudou Bolsonaro a plantar
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O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas gosta de bater continência para a bandeira dos EUA e andar com o boné "Make America Great Again", para puxar o saco de Donald Trump. Uma vergonha para o Brasil.
Ataque à Língua Portuguesa
De tanto lamber as botas dos norte-americanos, o governador Tarcísio ignora o uso adequado da língua de seu próprio país, algo absurdo a quem se diz "patriota".
Não é "sentar na mesa", governador!
Durante entrevista à mídia (10) para tratar do tarifaço de Trump, que ele Tarcísio ajudou Bolsonaro a plantar, o governador usou três vezes, de forma inadequada e grosseira, a expressão em destaque a seguir, conforme registro que está em O Globo:
- "A gente precisa sentar na mesa, deixar de lado as questões ideológicas..."
- "... sentaram na mesa, discutiram..."
- "Cabe a ele sentar na mesa, negociar e resolver..."
Não é "sentar na mesa", governador! Preste atenção nas orientações a seguir.
Leia também:
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- Sob pressão de empresários, Tarcísio 'descarta' Bolsonaro
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Aprenda, governador:
- O verbo "sentar" (no sentido de apoiar as nádegas em um assento) é pronominal, isto é, deve vir acompanhado de um pronome, de acordo com a pessoa a que se refere.
- No caso em questão, usamos "sentar-se à mesa", que é a forma correta e dá ideia de "junto a".
- "Sentar na mesa", como o senhor repetiu três vezes, significa "sentar-se em cima da mesa". É "sentando em cima da mesa" que o senhor pretende resolver o gravíssimo problema que ajudou Bolsonaro a criar? Pare de bajular os EUA, tenha mais zelo com a língua de seu país e não atrapalhe as negociações!
Sugerimos, senhor Tarcísio de Freitas, que se matricule em uma escola pública do Ensino Fundamental em São Paulo e faça um curso básico de Português.
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