Flávio e extrema direita amarelam e perdem votos quando confrontados na economia

22/10/2026

Fim da Escala 6X1, ganho real no salário mínimo e nas aposentadorias, políticas sociais... Tudo isso do programa de Lula é que faz os fascistas recuarem na campanha e caminharem para a derrota


Pelo que indicam as pesquisas eleitorais e matérias na grande mídia de todo o país, Flávio Bolsonaro (PL) e extrema direita amarelam e perdem votos quando confrontados com as propostas econômicas do presidente Lula (PT). Um pequeno exemplo disso é o 'recuo' dos fascistas na questão do fim da escala 6X1, proposta defendida pelo candidato do PT. Flávio, ainda que de mentirinha, teve de "voltar atrás" e dizer que apoia a medida, enquanto seus aliados no Congresso Nacional enfiaram também o rabinho entre as pernas e não tiveram coragem de votar contra.

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Aumento real do salário mínimo e das aposentadorias

Além do fim da escala 6X1, outra frente central que faz Flávio et caterva amarelar é o aumento real do salário mínimo e das aposentadorias, acima da inflação. Essa política fortalece o poder de compra, movimenta o comércio local e impulsiona a economia em regiões mais pobres, onde o salário mínimo e os benefícios previdenciários são a principal fonte de renda. Por isso a fascistada tem de engolir calada. E é nessa tecla que Lula deve bater também na reta final de campanha, sobretudo no debate da Globo.

Programas sociais e combate à desigualdade

A manutenção e o fortalecimento de programas sociais, como o Bolsa Família, ocupam também lugar estratégico no debate. Essas políticas são apresentadas como instrumentos de combate à fome, redução da pobreza extrema e inclusão produtiva, com forte impacto direto na economia local.

Ao defender a continuidade e a ampliação dessas políticas sociais, o campo lulista associa crescimento econômico à justiça social. A força dessa agenda faz com Flávio Bolsonaro adote um discurso mais cauteloso, evitando ataques frontais a benefícios amplamente aprovados pela população e, em alguns momentos, até sinalizando apoio formal, ainda que sem compromisso com sua lógica de longo prazo. O fascista já mandou inclusive Daniella Marques, sua assessora econômica, calar a boca em relação a esse tema.

Por fim, sobre essa questão econômica e a enorme importância que tem no debate eleitoral, lembremos a famosa frase "É a economia, estúpido!", cunhada em 1992 por James Carville, estrategista da campanha presidencial de Bill Clinton contra George H. W, Bush nos Estados Unidos. O lema orientava a equipe a focar no impacto das finanças pessoais e da recessão na vida dos eleitores. Deu certo, Clinton ganhou. Lula também ganhará.

*Sandra Aragão é Cientista Social e segue o Dever de Classe.

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