INDENIZAÇÃO | Poder público deve indenizar professores agredidos moral ou fisicamente nas escolas! Saiba mais, vote na enquete e compartilhe...

10/08/2017 10:03

Foto: depositphotos / reprodução proibida
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DA REDAÇÃO | Segundo pesquisa de 2014 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. Isto mesmo que você leu: um considerável percentual de professores sofre agressões semanais nas escolas, isto é, corriqueiras, algo já da rotina dos mestres. Isto é um absurdo que os próprios educadores têm que começar a tomar medidas urgentes para coibir, inclusive com pedidos de indenização, como veremos mais abaixo. (Vote na enquete ao final da matéria).

Não pode silenciar

De acordo com a psicóloga catarinense Ana B Fontes, os docentes não podem jamais aceitar qualquer tipo de agressão, seja moral ou física, pois isso pode levar a sequelas graves em suas vidas. "Quem sofre qualquer tipo de violência, na maioria dos casos fica no mínimo com algum tipo de trauma psicológico, por isso os professores devem fazer um escândalo quando forem ou se sentirem agredidos nas escolas", diz a profissional.


Principais tipos de agressão que os professores sofrem no ambiente escolar:

Indenização

Os professores agredidos nas escolas devem também buscar algum tipo de indenização do poder constituído. Ora, se cabe aos gestores públicos — principalmente governadores e prefeitos — oferecer a todos os que estão no ambiente escolar conforto e segurança, então, se por exemplo um professor é agredido, ainda mais se isso é rotina, ele deve ter o direito de requerer do poder público algum tipo de indenização por danos morais e/ou físicos contra sua pessoa.

A indenização deve ser em dinheiro, nos casos mais graves, ou em recompensas menores, como por exemplo dispensa antecipada de horário ou abono de eventuais faltas, nos casos mais leves. Isto seria importante para forçar os governos a encarar esse grave problema de forma mais séria. Professor não é saco de pancada para ficar apanhando, impunemente, nas escolas de todo o país. Com a palavra, a Assessoria Jurídica dos sindicatos da Educação.


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