Educação decide entrar em Greve Geral pelo piso do magistério 2018! Saiba mais e compartilhe...

11/01/2018 14:52

Assembleia do Sinte-Pi / Foto: Dever de Classe
Assembleia do Sinte-Pi / Foto: Dever de Classe

Movimento inicia no Piauí e pode se estender a todas as escolas públicas do País, caso governadores e prefeitos não cumpram a lei do piso dos professores

DA REDAÇÃO | Reunidos no Clube do Sinte-Pi em grandiosa Assembleia Geral ocorrida ontem (10), centenas de educadores da Rede Estadual do Piauí decidiram que entrarão em greve logo no início do ano letivo, caso o governo do Estado não pague o piso do magistério 2018. Movimento pode se estender a todo o País, conforme veremos mais abaixo. (Continua após o anúncio).

A correção do piso do magistério anunciada oficialmente pelo MEC no final de dezembro passado é de 6,81%, e deve ser aplicada de forma linear sobre o salário-base de todos os professores da educação básica pública de estados e municípios já a partir deste mês de janeiro.


Sem parcelamentos

Segundo a professora Albetisa Moreira (foto), o governador Wellington Dias (PT) tem que cumprir a lei e pagar imediatamente o reajuste oficial, sem parcelamentos. "Nossos salários já são muito baixos, por isso não podemos receber os 6,81% a conta-gotas", enfatiza. (Continua após o anúncio)

A opinião da professora Albetisa foi seguida por unanimidade na Assembleia Geral. A Direção do Sinte-Pi declarou que se for preciso a categoria entrará mesmo em Greve Geral por tempo indeterminado.


Outros estados e municípios

Não é só no Piauí que poderá ocorrer greve para que a lei do piso seja cumprida. O sentimento de parar as atividades para defender esse direito é comum entre todos os educadores do País. É possível inclusive que haja uma grande Greve Nacional nesse setor. (Continua após o anúncio).

O ano letivo na Rede Estadual do Piauí está marcado para iniciar na segunda quinzena de fevereiro. Espera-se que até lá o governador Wellington Dias já esteja cumprindo a lei, para evitar que as escolas públicas fiquem sem aulas por tempo indeterminado. O mesmo vale para todas as outras redes de educação básica pública dos demais estados e municípios brasileiros.

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