Psicólogo estuda comportamento de coxinhas e paneleiros e chega a gravíssimas conclusões

09/01/2017 11:28

Manifestação em Brasília: Moro é alçado à condição bestial de super herói / Imagem: Agência Brasil
Manifestação em Brasília: Moro é alçado à condição bestial de super herói / Imagem: Agência Brasil

"Muitos não conseguem sequer estabelecer diferenças entre pontos antagônicos, como um sim e um não, por exemplo. De tão perturbados, creem que, além de Lula e Dilma, até o Aécio e o Temer são comunistas. É caso gravíssmo e de internação"

Da Redação | Um psicólogo paulista pesquisa desde 2015 o comportamento dos chamados 'coxinhas' e 'paneleiros' nas ruas e redes sociais. O estudo, do ponto de vista patológico, traz resultados preocupantes, diz o pesquisador. "Eles confundem até capitalismo com comunismo, o que nos leva a concluir que perderam (ou nunca tiveram) a capacidade sequer para estabelecer diferenças entre pontos antagônicos, como um sim e um não, por exemplo", afirma o estudioso. O moço prefere não se identificar, por receio de retaliações, vez que diz saber que os seus estudados são também muito violentos.

Aliá, sobre violência, o psicólogo afirma que o comportamento odioso e irado de muitos 'coxinhas' e 'paneleiros' deve-se à profunda ignorância e demência precoce de que padecem. A maioria, diz, é guiada pelo JN e pela apologia cega de que a lava-jato e o juiz Moro são imparciais e necessários ao país.  "Por não terem a capacidade de compreender a realidade e argumentar logicamente, partem para a agressão, inclusive física", afirma.

Para o pesquisador, é inaceitável que em pleno Século XXI haja quem ainda confunda capitalismo com comunismo, algo tão oposto. "E o mais grave é que a esmagadora maioria de 'paneleiros' e 'coxinhas' é de classe média, isto é, gente "estudada", que já deve (ou deveria) ter lido em algum manual de História que comunismo não rima com controle privado dos meios de produção, como é no Brasil", diz. "De tão perturbados, eles creem que, além do PT, até o Aécio Neves e o Temer são comunistas". "É caso gravíssimo e de internação", conclui.

 O estudioso quer apresentar seu trabalho até outubro deste ano. 

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