Conheça um pouco mais da história dos bizarros candidatos a presidente que a elite quer empurrar goela abaixo do povo em 2018

30/03/2017 18:52

Doria, Huck e Bolsonaro / Fotomontagem: Internet
Doria, Huck e Bolsonaro / Fotomontagem: Internet

Da Redação | Desesperados com o crescimento de Lula em todas as pesquisas eleitorais para 2018, a chamada elite brasileira, em conluio com especuladores internacionais, tem apresentado alguns nomes para se contrapor ao petista. A apreensão dos direitistas cresceu sobretudo ao verem um a um dos seus candidatos preferenciais despencarem em popularidade em todo o país. Os tucanos Aécio, Serra e Alckmin, queridinhos da Fiesp, Globo & Cia, hoje aparecem no imaginário popular tão limpos como um pau de galinheiro.

A saída encontrada pelos marqueteiros da elite foi descartar (pelo menos por enquanto) seus nomes de preferência e testar alternativas pela 'grande mídia', com o fito de medir se têm aceitação popular ou não.

Conheça um pouco da história dos três que estão em evidência: 

João Dória Jr. (PSDB) - Empresário milionário acostumado a explorar trabalhador, vive fantasiado de operário para tentar enganar trouxas ou pessoas de boa fé. Eleito prefeito de Sâo Paulo, tem-se destacado por cortar programas sociais, como o leite das crianças de creches e reduzir o número de vagas no transporte escolar. É também perseguidor de artistas de rua.

Embore arrote que não é político e sim 'empreendedor', Doria é acusado de uma série de escândalos de corrupção bem ao estilo Eduardo Cunha & Cia, que vão desde apropriação ilegal de terreno público para uso pessoal, receber dinheiro do Estado para suas empresas e até deixar de pagar IPTU de sua mansão.

Nos últimos anos, Doria:

  • Apropriou-se de um terreno público.
  • Colocou uma escultura de sua mulher em uma praça sem autorização da Prefeitura.
  • Garantiu do Governo do Estado de São Paulo, desde 2014, 1,5 milhão de reais em propaganda para as revistas de seu grupo.

Fonte: El País - Brasil (30.09.2016)


Luciano Huck (Simpatizante do PSDB e afilhado político de Fernando Henrique Cardoso) - O apresentador Huck é o típico bonvivã, sem nada relevante de interesse público na cabeça. Aparece agora como franco atirador dentre os que a elite pode lançar em 2018 para combater Lula. O jornalão Folha de S.Paulo deu-lhe hoje (30.03) um longo espaço para que pudesse expor suas ideias endereçadas a coxinhas despolitizados e sem juízo. Em 2014, durante a Copa do Mundo de Futebol, foi denunciado à justiça por incentivar o crime de exploração sexual em sua página no facebook.

Projeto de turismo sexual de Huck apresentado durante a Copa de 2014 pelo seu perfil nofacebook:

Carioca? Solteira? Louca para encontrar um príncipe encantado entre os "gringos" que estão invadindo o Rio de Janeiro durante a Copa?

Chegou a sua hora... mande fotos e pq vc quer um gringo "sob medida" este email: namoradaparagringo@globomail.com

Fonte: Portal Brasil 247 (27.06.2014)


Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) - É deputado federal e, embora hoje tenha muito mais densidade eleitoral que Doria e Huck, Bolsonaro ou "mito", como é chamado por seus fãs, seria o terceiro direitista na preferência dos muito ricos do Brasil. Seu descrédito até entre a eleite se dá porque é desastrado e defende posições difíceis de se sustentar em uma disputa para a presidência da república. 'Bolsomito', segundo dezenas de matérias na mídia, é declaradamente racista, machista e homofóbico. 

Este ano se implicou no STF por ter feito apologia ao estupro em relação à deputada Maria do Rosário. 

'Bolsomito' apresenta-se como o homem mais honesto do Brasil, apesar de recentemente ter sido flagrado numa transação malandra envolvendo a Friboi e de ter um patrimônio incompatível com sua renda, segundo setores da imprensa.

O que diz a imprensa sobre a 'honestidade' do 'Bolsomito':

Jair Bolsonaro declarou à Justiça Eleitoral possuir, no ano de 2010, bens que totalizavam o valor de R$ 826.670,46. Naquele ano, os dois imóveis não constavam da declaração de patrimônio.
Quatro anos depois, nas eleições de 2014, o patrimônio declarado pulou para R$ 2.074.692,43. Façamos as contas: a variação patrimonial é maior do que a soma dos salários líquidos que ele recebeu como deputado. Significa que, mesmo se Bolsonaro não tivesse gasto um único centavo de seus salários nos quatro anos de mandato entre 2010 e 2014, ainda assim o montante acumulado não lhe permitiria chegar ao patrimônio de mais de R$ 2 milhões. A conta não fecha. Fonte: UOL jogos Fórum (31.03.2016) 

Quem vai acreditar nessas três enganações?

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